Nossa história • 1999 → 2026
Antes do resultado, veio a coragem de acreditar.
A Girioli não começou em um grande escritório. Começou com dois irmãos, uma família que acreditou e uma ideia que quase ninguém conseguia enxergar.
Ainda não terminamos, é apenas o começo!
27
anos de jornada
06
capitulos principais
01
história em construção
Grandes empresas não começam grandes.
“Começam com alguém que acredita antes de todo mundo.”
Da primeira aula de informática à construção de uma operação preparada para escalar.
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1999–2006O começo antes da empresaDo primeiro contato com computadores à validação de uma ideia com mais de 800 empresas. +Abrir capítulo
Onde tudo começou
Cristifan Girioli tinha apenas 9 anos quando seu pai, Adejaime Girioli, percebeu seu interesse por computadores e decidiu matriculá-lo em um curso de informática.
Naquela época, computadores ainda estavam longe de fazer parte da rotina da maioria das famílias e poucas pessoas conseguiam imaginar o tamanho da transformação que a tecnologia provocaria nos anos seguintes.
Seu pai conseguiu enxergar antes.
E decidiu incentivar o filho.
Cristifan mergulhou naquele universo e passou os anos seguintes estudando e aprendendo cada vez mais sobre tecnologia.
Aquela decisão aparentemente simples seria o primeiro passo de uma história que levaria anos para revelar onde poderia chegar.
Dois irmãos e os primeiros computadores
Aos 13 anos, Cristifan e seu irmão, Adejaime Girioli Júnior, já desmontavam computadores e realizavam formatações.
Era outra época.
Computadores ainda eram formatados utilizando disquetes e a internet estava apenas começando a transformar a maneira como as pessoas se comunicavam e faziam negócios.
Os irmãos ainda não tinham uma empresa.
Mas já tinham algo que se tornaria parte da cultura da Girioli:
curiosidade para aprender e coragem para fazer.
Tecnologia deixa de ser apenas um hobby
Aos 14 anos, Cristifan já cuidava da manutenção dos computadores de uma escola de sua cidade natal.
E não eram apenas algumas máquinas.
A rede possuía mais de 30 computadores.
O interesse da infância começava a se transformar em conhecimento aplicado.
Mas Cristifan queria algo maior.
Ele queria viver da internet.
O primeiro sonho na internet
Em Vilhena, Rondônia, Cristifan começou seu primeiro projeto digital.
A ideia era criar um portal de eventos.
À noite, fotografava festas e eventos da cidade para produzir conteúdo e gerar tráfego para o site.
Durante o dia, enfrentava uma rotina completamente diferente.
Estudava em uma escola de período integral, saindo de casa por volta das cinco da manhã e retornando somente às sete da noite.
O projeto acabou não funcionando.
Foi o primeiro fracasso.
Mas não foi o fim do sonho.
Daquela experiência surgiu uma segunda ideia.
Se as pessoas começavam a procurar informações na internet, por que não reunir todas as empresas da cidade dentro de um único site?
A proposta era criar uma espécie de agenda comercial digital, substituindo as tradicionais agendas impressas por uma plataforma onde fosse possível encontrar informações sobre o comércio local.
A ideia estava criada.
Faltava conseguir executá-la.
Uma caixa de sapato e mais de 800 empresas
Cristifan ainda estudava em período integral na então Escola Agrotécnica Federal, atual IFRO, e não conseguia tocar sozinho o projeto.
Foi quando chamou seu irmão, Adejaime Girioli Júnior.
Adejaime acreditou na ideia.
Mas antes de construir tudo, os irmãos precisavam descobrir se as empresas também acreditariam.
Sem pesquisas on-line, ferramentas de análise ou grandes recursos, Adejaime encontrou uma solução simples.
Pegou uma caixa de sapato e saiu pelas ruas de Vilhena.
Entrou de loja em loja, conversou com empresários e começou a recolher cartões de visita de possíveis interessados.
Quando terminou a pesquisa, aquela caixa continha contatos de mais de 800 empresas.
Era a validação que precisavam.
Existia mercado.
Agora precisavam construir.
Quando a cidade dormia, eles trabalhavam
O problema era que dinheiro continuava sendo escasso.
Naquela época, a internet era discada e o acesso era cobrado por pulso telefônico.
Durante a madrugada, o custo era menor.
Então foi nesse horário que boa parte do projeto começou a ser construída.
Enquanto a cidade dormia, os irmãos trabalhavam.
Não havia investimento.
Não havia estrutura.
Não havia garantia de que daria certo.
Havia uma ideia e a disposição de continuar.
2009–2012Persistir, vender, aprenderAnos sem resultado, recursos improvisados, o primeiro escritório e uma expansão cedo demais. +Abrir capítulo
“Procurem um emprego de verdade”
Os anos passaram e o resultado financeiro ainda não havia aparecido.
Foi quando começaram as críticas.
Alguns familiares e colegas de escola pressionavam os irmãos para abandonarem o projeto e procurarem um “emprego de verdade”.
Para quem olhava de fora, talvez aquilo realmente parecesse apenas uma ideia que nunca sairia do lugar.
Mas duas pessoas continuaram acreditando.
Seu pai, Adejaime Girioli, e sua mãe, Sandra Aparecida Cerozini.
Mesmo sem saber se aquele projeto algum dia daria retorno financeiro, os dois apoiaram os filhos.
E os irmãos continuaram.
Nasce a Agenda Comercial RO
Depois de anos de desenvolvimento, finalmente nasceu a Agenda Comercial RO.
O produto existia.
Agora precisavam vendê-lo.
E surgiu outro problema:
não havia capital.
Os irmãos precisavam de pelo menos três coisas para começar: um notebook, uma câmera digital e um veículo para visitar os comerciantes.
Adejaime Júnior encontrou uma maneira pouco convencional de conseguir os primeiros recursos.
Vendeu uma conta de um jogo on-line por R$ 80,00.
O dinheiro foi utilizado como entrada para comprar um notebook em uma loja da cidade.
A câmera digital foi emprestada pela mãe.
Faltava o carro.
E a solução estava no fundo do quintal.
O carro debaixo da lona
No terreno da família havia um carro parado havia anos.
Estava debaixo de uma lona.
Os pneus estavam carecas.
Os impostos estavam atrasados havia aproximadamente quatro anos.
Mas era o carro que eles tinham.
Os irmãos retiraram a lona, lavaram o veículo, encheram os pneus e começaram a visitar as empresas.
Era naquele carro que saíam pelas ruas para realizar as primeiras vendas da Agenda Comercial RO.
Poucos dias depois, seu pai também cedeu alguns equipamentos de escritório, como mesas e arquivos de aço.
Adejaime e Sandra continuavam ajudando com aquilo que tinham.
As condições financeiras da família também não eram fáceis.
Mesmo assim, acreditaram.
Antes da empresa ter estrutura, ela teve apoio.
Duas mesas, uma cadeira e um balde amarelo
Em 2012, os irmãos conseguiram dar outro passo.
Alugaram uma pequena sala comercial no centro de Vilhena.
Era o primeiro escritório.
Mas estava muito longe da estrutura que sonhavam.
O sol batia diretamente na janela.
Não havia persianas.
Não havia ar-condicionado.
O escritório tinha apenas duas mesas de madeira, uma cadeira, uma caixa de papelão que servia como lixeira e um balde amarelo da Vedacit que servia como banco.
Por causa do calor e da estrutura precária, os irmãos desenvolveram uma rotina particular.
Durante o dia, ficavam nas ruas fazendo vendas e atendendo clientes.
À noite, quando a temperatura diminuía, voltavam para o escritório para executar os serviços.
Eles evitavam inclusive receber clientes naquele espaço.
Ainda não existia uma grande estrutura.
Mas já existia uma empresa.
O primeiro grande erro
Foi também naquele período que a vontade de crescer quase colocou tudo a perder.
Os irmãos decidiram expandir rapidamente para Cacoal, Rondônia, aproximadamente 228 quilômetros distante da matriz.
Acreditavam que entrar em uma nova cidade poderia gerar mais receita e acelerar o crescimento.
Usaram praticamente suas últimas economias para alugar um carro e permanecer na cidade.
Mas a empresa ainda não estava preparada.
O dinheiro começou a acabar.
Não havia recursos para bons hotéis.
Em alguns momentos, não havia dinheiro sequer para duas refeições.
Os irmãos chegaram a dividir uma única marmita na recepção do hotel.
Depois de aproximadamente uma semana, tomaram uma decisão difícil:
voltar.
A expansão havia acontecido cedo demais.
Retornaram para Vilhena com uma das primeiras grandes lições empresariais da trajetória:
crescer rápido sem estrutura também pode destruir uma empresa rapidamente.
Era preciso fortalecer a base antes de tentar novamente.
2013–2016A marca ganha nome e estruturaO nascimento da Girioli.com, um acidente, reconstrução e a sede no terreno onde tudo parecia improvável. +Abrir capítulo
Nasce a Girioli.com
A Agenda Comercial RO continuou crescendo.
Mas os irmãos perceberam outro problema.
O nome era genérico e difícil de transformar em uma marca forte.
Precisavam de algo próprio.
Foi então que decidiram colocar o próprio sobrenome no negócio.
Nascia a Girioli.com.
O nome representava Cristifan Girioli e Adejaime Girioli Júnior — e também simbolizava que os irmãos estavam dispostos a colocar sua própria reputação por trás daquilo que construíam.
Com a nova marca, a empresa retomou sua expansão.
Colorado do Oeste e Cerejeiras passaram a fazer parte da operação.
Dessa vez, havia mais experiência.
O acidente que quase interrompeu a história
Em 2014, a empresa conquistou uma estrutura melhor.
Os irmãos mudaram de endereço, adquiriram equipamentos e conseguiram comprar uma motocicleta própria em um leilão do Detran por aproximadamente R$ 700,00.
Parecia mais um pequeno passo de crescimento.
Até que tudo mudou.
Poucos meses depois, Cristifan e Adejaime sofreram um grave acidente.
Uma caminhonete avançou a preferencial e atingiu a motocicleta.
Cristifan sofreu os maiores danos físicos e enfrentou um longo período de recuperação, chegando a utilizar cadeira de rodas e permanecendo por aproximadamente oito meses com grandes limitações físicas.
Enquanto Cristifan tentava se recuperar, Adejaime Júnior assumiu grande parte da responsabilidade de manter a empresa funcionando.
E os problemas não ficaram apenas fora da empresa.
Durante a ausência de Cristifan, equipamentos e dinheiro foram furtados por alguns funcionários.
Era um dos momentos mais difíceis desde o início da jornada.
Mas a empresa sobreviveu.
Reconstrução
Depois da recuperação, os irmãos voltaram determinados a reconstruir e profissionalizar o negócio.
Registraram a marca Girioli.com no INPI, já pensando em uma futura expansão através de franquias.
Também buscaram financiamento para adquirir veículos e capital de giro.
Mais uma vez, a família participou da reconstrução.
Seu pai cedeu um espaço em sua casa para que os irmãos trabalhassem enquanto planejavam uma estrutura definitiva.
O sonho continuava crescendo.
No mesmo lugar onde tudo parecia impossível
Em 2016 aconteceu um dos capítulos mais simbólicos dessa história.
A mãe dos irmãos cedeu parte do terreno de sua casa para a construção do novo escritório da empresa.
Era exatamente naquele terreno que, anos antes, ficava parado o velho carro de impostos atrasados que os irmãos haviam retirado debaixo de uma lona para realizar suas primeiras vendas.
O lugar que um dia simbolizou a falta de recursos começava a receber a construção da sede da Girioli.
Onde antes havia um carro abandonado, começava a nascer uma empresa.
Com uma estrutura própria, a Girioli ampliou seus serviços e se posicionou como uma empresa Full Service de Marketing Digital.
2017–2020Expandir com baseA operação regional cresce, as franquias são testadas e a pandemia provoca uma nova transformação. +Abrir capítulo
A expansão volta a acontecer
A expansão que quase havia quebrado a empresa em 2012 agora começava novamente.
Mas havia uma diferença fundamental:
dessa vez existia uma base.
Em 2017, a Girioli expandiu sua atuação por todo o Cone Sul de Rondônia.
O que havia começado dentro de um pequeno escritório quente em Vilhena começava a conquistar outras cidades.
Além das fronteiras da cidade
Em 2018, a Girioli já atendia empresas em um raio aproximado de 300 quilômetros de sua matriz.
A operação alcançava cidades como:
Comodoro – MT Colorado do Oeste – RO Cerejeiras – RO Pimenta Bueno – RO Cacoal – RO Rolim de Moura – RO
Aquela primeira tentativa frustrada de expansão começava a fazer sentido.
Os irmãos haviam aprendido que primeiro se constrói a base.
Depois, escala-se.
O projeto de franquias
Com a marca registrada no INPI, escritório próprio, experiência de mercado e uma equipe especializada, chegou o momento de testar um modelo ainda maior.
A Girioli iniciou sua expansão através de franquias.
A empresa deixava de ser apenas uma operação Full Service de Marketing Digital e passava também a atuar como franqueadora.
Parecia que o caminho para os próximos anos estava definido.
Até que o mundo mudou.
A pandemia muda o mercado
A pandemia transformou empresas, hábitos de consumo e a própria maneira como negócios utilizavam a internet.
O Marketing Digital explodiu.
Mas os irmãos perceberam algo diferente acontecendo.
Com a entrada acelerada de novos profissionais e empresas no setor, simplesmente oferecer serviços digitais começava a deixar de ser um diferencial.
A Girioli precisava mudar novamente.
Foi quando surgiu uma crença que passaria a orientar a nova fase da companhia:
Marketing só é Marketing quando vende.
Não bastava publicar.
Não bastava aparecer.
Não bastava simplesmente colocar uma empresa na internet.
O empresário precisava de resultado.
A Girioli iniciou então uma profunda reestruturação.
Deixaria de pensar apenas como uma empresa prestadora de serviços de Marketing Digital para construir um modelo de Marketing Estratégico com foco em vendas.
A experiência virou método
A transformação não aconteceu apenas dentro da empresa.
Ela também foi resultado de anos de formação e experiência de seus fundadores.
Cristifan Girioli é formado em Marketing e Técnico em Informática.
Adejaime Girioli Júnior também possui formação superior em Marketing.
Ao longo dos anos, os irmãos buscaram especializações em áreas como Marketing de Diferenciação, Marketing de Lançamentos e Gestão Empresarial.
Mas talvez a maior formação tenha acontecido fora das salas de aula.
Aconteceu nas vendas feitas de porta em porta.
Nas madrugadas trabalhando com internet discada.
Na primeira expansão que deu errado.
Na recuperação depois do acidente.
Nos problemas com equipe.
Na construção da própria sede.
Nos clientes atendidos.
Nos erros.
Nos acertos.
E nas inúmeras vezes em que foi necessário mudar para continuar crescendo.
2021–2025De marketing digital à escalaMarketing Estratégico, tecnologia, processos e uma nova arquitetura para crescer nacionalmente. +Abrir capítulo
De uma caixa de sapato para um novo capítulo
Mais de duas décadas se passaram desde que aquela primeira ideia começou a ser construída.
Muita coisa mudou.
A tecnologia mudou.
O marketing mudou.
As empresas mudaram.
E a Girioli também.
Mas algumas coisas permaneceram.
A vontade de construir.
A obsessão por evolução.
A coragem para mudar quando o mercado muda.
E a convicção de que empresas não precisam apenas de marketing.
Precisam crescer.
A mesma empresa que começou quando dois irmãos decidiram acreditar em uma ideia está entrando agora em um novo capítulo de sua história.
Um capítulo construído sobre tecnologia, estratégia, vendas, inteligência artificial, formação de pessoas e escala.
A história que começou em Vilhena não foi construída para terminar em Vilhena.
E se existe algo que todos esses anos ensinaram, é que cada vez que a Girioli parecia chegar ao destino, na verdade estava apenas chegando ao começo de uma nova fase.
O próximo capítulo já começou.
De Marketing Digital para Marketing Estratégico
Depois de atravessar diferentes fases do mercado digital, a Girioli entrou em um novo ciclo.
A experiência acumulada mostrou aos irmãos que o empresário não precisava simplesmente de mais publicações, anúncios ou presença nas redes sociais.
Ele precisava de crescimento.
A partir dessa percepção, a empresa começou a aprofundar sua transformação de uma operação tradicional de Marketing Digital para uma empresa de Marketing Estratégico orientada a resultados e vendas.
Nascia uma nova visão:
Marketing só é Marketing quando vende.
Essa crença começou a mudar produtos, processos, tecnologia e, principalmente, a maneira como a Girioli enxergava seu papel dentro das empresas que atendia.
A empresa não queria apenas executar marketing.
Queria participar do crescimento dos seus clientes.
Construindo uma empresa preparada para escalar
Os anos seguintes foram dedicados ao amadurecimento desse modelo.
Novos serviços foram desenvolvidos.
Processos foram aperfeiçoados.
A tecnologia ganhou cada vez mais espaço dentro da operação.
A Girioli começou a deixar para trás a lógica de uma empresa dependente exclusivamente de serviços personalizados e passou a desenvolver soluções mais estruturadas, replicáveis e preparadas para atender um número cada vez maior de empresas.
A pergunta começou a mudar.
Já não era apenas:
“Como podemos atender melhor?”
Passou a ser:
“Como podemos levar nosso modelo para milhares de empresas?”
Essa mudança de pergunta prepararia o terreno para a maior transformação desde a fundação da companhia.
Preparando a próxima Girioli
Depois de mais de uma década construindo experiência, marca, processos e conhecimento de mercado, a empresa começou a preparar uma estrutura voltada para uma ambição muito maior.
A Girioli passou a desenvolver um ecossistema de soluções de Marketing Estratégico combinando estratégia, tecnologia, inteligência artificial, automação e vendas.
O objetivo passou a ser reduzir barreiras que historicamente impedem pequenas e médias empresas de terem acesso a estruturas profissionais de crescimento.
Ao mesmo tempo, uma nova questão surgiu dentro da companhia:
como crescer nacionalmente sem depender de abrir escritórios físicos em cada cidade?
A resposta começaria a tomar forma através de um novo modelo comercial.
2026 → futuroDe empresa para ecossistemaMillion, Academy, IA, novos negócios e uma visão que começa no Brasil, mas não termina nele. +Abrir capítulo
Começa a expansão nacional
Em 2026, a Girioli entrou em um dos capítulos mais importantes de sua história.
Depois de anos crescendo regionalmente e aperfeiçoando seu modelo, a companhia iniciou a construção de uma estrutura preparada para levar suas soluções para empresas de todo o Brasil.
Diferentemente das primeiras expansões, baseadas em deslocamento físico e abertura de novas operações, a nova estratégia foi desenhada para nascer escalável.
A tecnologia permitiria centralizar a operação.
O marketing permitiria gerar demanda em diferentes regiões.
E uma nova força comercial seria responsável por transformar essa demanda em crescimento.
Nascia o projeto Million.
Million — Uma força comercial para escalar a Girioli
O Million nasceu com uma missão clara:
construir uma força de vendas capaz de levar a Girioli para todo o Brasil.
Em vez de depender exclusivamente dos fundadores para vender, a empresa começou a desenvolver uma estrutura própria de recrutamento, treinamento, acompanhamento e formação de vendedores.
Cada novo Million passa a representar mais capacidade comercial.
Mais capacidade comercial significa alcançar mais empresários.
E alcançar mais empresários significa permitir que a Girioli avance para novos mercados sem precisar reproduzir toda a sua estrutura física em cada cidade.
É uma mudança fundamental no modelo de crescimento.
A empresa que um dia precisou colocar dois irmãos dentro de um carro para visitar comerciantes agora começa a construir uma máquina comercial preparada para alcançar empresas em escala nacional.
Da caixa de sapato para uma máquina de vendas
Existe uma conexão curiosa entre 2006 e 2026.
Em 2006, Adejaime Júnior pegou uma caixa de sapato e percorreu as lojas de Vilhena coletando cartões de visita.
Mais de 800 empresas entraram naquela caixa.
Era o primeiro banco de potenciais clientes da história da empresa.
Vinte anos depois, o princípio continua sendo o mesmo:
encontrar empresas, entender seus problemas e apresentar uma solução capaz de ajudá-las a crescer.
Mas a escala mudou.
A caixa de sapato deu lugar à tecnologia.
Os cartões de visita deram lugar aos dados.
A prospecção manual começou a dar lugar à automação.
E dois vendedores começaram a dar lugar a uma força comercial.
A essência permaneceu. A escala mudou.
Girioli Academy — Formando pessoas para sustentar o crescimento
Crescer comercialmente não seria suficiente.
Era necessário também formar profissionais capazes de sustentar a expansão.
Por isso, a Girioli começou a estruturar seus próprios ambientes de formação e desenvolvimento.
Nasceram iniciativas como:
BLH Lab GDesigner Lab Tech Lab Million Lab
A lógica é simples:
em vez de esperar o mercado entregar todos os profissionais de que a companhia precisa, a Girioli também passa a desenvolver talentos dentro do seu próprio ecossistema.
Conhecimento deixa de ser apenas treinamento.
Passa a ser infraestrutura de crescimento.
Tecnologia e Inteligência Artificial
A nova fase da Girioli também está sendo construída sobre tecnologia.
Automação, inteligência artificial, desenvolvimento de sistemas e integração de dados começaram a ocupar um papel cada vez mais importante na operação.
A companhia passou a desenvolver soluções para automatizar processos, melhorar o atendimento, aumentar a produtividade e permitir que uma estrutura centralizada consiga atender uma base muito maior de empresas.
O objetivo não é utilizar inteligência artificial simplesmente porque ela se tornou uma tendência.
É utilizá-la para resolver uma equação empresarial:
crescer mais sem precisar aumentar a estrutura na mesma proporção.
De empresa para ecossistema
A expansão também começou a transformar a própria estrutura do negócio.
A visão deixou de estar concentrada em uma única empresa e começou a evoluir para um ecossistema.
Marketing Estratégico.
Tecnologia.
Educação.
Vendas.
Formação profissional.
Novos negócios.
Dessa evolução começa a tomar forma a visão da Girioli Holding, criada para organizar e sustentar os diferentes projetos construídos ao redor da companhia.
O que nasceu como uma agenda comercial começa a se transformar em uma plataforma empresarial muito maior.
Primeiro o Brasil
Durante muitos anos, a Girioli cresceu a partir de Vilhena.
Depois alcançou outras cidades.
Depois outros estados.
Agora o desafio é nacional.
A estratégia atual é construir uma operação capaz de atender empresas independentemente de onde estejam localizadas no Brasil.
Sem abandonar suas raízes.
Sem esquecer de onde começou.
Mas também sem permitir que a geografia determine até onde a companhia pode chegar.
Vilhena é onde a história começou. Não é onde ela precisa terminar.
E depois, o mundo
A expansão nacional representa o próximo grande passo.
Mas não necessariamente o último.
O modelo que está sendo desenvolvido hoje já nasce pensando na possibilidade de atravessar fronteiras.
A visão de longo prazo é preparar Girioli e Million para atuar também em outros mercados, levando a estrutura comercial e as soluções desenvolvidas no Brasil para outros países.
Primeiro, provar o modelo em escala nacional.
Depois, internacionalizá-lo.
Não como uma aventura.
Não repetindo o erro de 2012.
Mas seguindo exatamente a lição aprendida naquela primeira expansão:
primeiro construa a base. Depois avance.
2026
Quando olhamos para trás, algumas coisas parecem improváveis.
Um menino de 9 anos fazendo seu primeiro curso de informática.
Dois irmãos formatando computadores em disquetes.
Um portal de eventos que não deu certo.
Uma caixa de sapato com 800 cartões.
Internet discada utilizada durante a madrugada porque era mais barata.
R$ 80,00 conseguidos com a venda de uma conta de jogo para ajudar na compra de um notebook.
Uma câmera emprestada pela mãe.
Um carro debaixo de uma lona.
Um balde de Vedacit servindo como banco.
Uma marmita dividida entre dois irmãos durante uma expansão que quase terminou em falência.
Um grave acidente.
Uma reconstrução.
Uma sede construída justamente no terreno onde aquele velho carro um dia ficou abandonado.
E agora:
uma nova tentativa de expansão.
Só que desta vez, diferente.
Com experiência.
Com processos.
Com tecnologia.
Com pessoas.
Com uma marca construída ao longo de anos.
E com uma ambição muito maior.
O próximo capítulo não é sobre sobreviver. É sobre escalar.
A Girioli nasceu pequena.
Aprendeu errando.
Cresceu trabalhando.
Sobreviveu quando poderia ter terminado.
E se reinventou inúmeras vezes.
Agora começa uma nova fase.
Levar a Girioli para todo o Brasil.
Construir uma força comercial nacional.
Formar novos profissionais.
Desenvolver tecnologia própria.
Criar empresas.
Construir um ecossistema.
E preparar o modelo para atravessar fronteiras.
A empresa que começou com dois irmãos tentando sobreviver da internet agora trabalha para construir algo muito maior do que aquilo que eles conseguiam imaginar quando tudo começou.
A história da Girioli ainda não chegou ao seu destino.
Na verdade, estamos apenas começando.
→ 2026
O próximo capítulo não é sobre sobreviver. É sobre escalar.
A empresa nasceu pequena, aprendeu errando, cresceu trabalhando, se reinventou inúmeras vezes e agora entra em uma fase construída sobre estratégia, tecnologia, vendas, inteligência artificial, pessoas e escala.